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Sumário
Editorial
Psicanálise em chamas
Berta Hoffmann Azevedo
Carta-convite
Psicanálise em chamas
Equipe editorial
Temáticos
Afinal, Paris está em chamas?
Vera L. C. Lamanno-Adamo
Do susto à surpresa
Patricia Cardoso de Mello
Adolescência em chamas
Arianne M. Melo Angelelli e Elisa Maria de Ulhôa Cintra
Elasticidade e transidentidades
Alexandre Patricio de Almeida
Masculinidades imaginadas
Alexandro Henrique Paixão
Encontrar palavras em chamas
Lina Schlachter Castro e Ana Valeska Maia Magalhães
O esquecimento da obra de Sabina Spielrein
Maria Beatriz Bueno Domingues e Ana Maria Loffredo
Psiquiatria e psicanálise
Adriana Rotelli Resende Rapeli
A experiência de si e a virtualidade na adolescência
Marília Velano
O masculino em turbulência
Sergio Eduardo Nick
Diálogos
As relações raciais no divã
Ignácio A. Paim Filho e Hayanna C. Santos Ribeiro da Silva
Comentário
Wania Maria Coelho Ferreira Cidade
Comentário
Gilberto Souza
Tema livre
A não reminiscência
Adalberto A. Goulart
História da psicanálise
A análise de Anna Freud por seu pai
Luiz Eduardo Prado
Interface
A gesta de Kopenawa
Hanna Limulja
Congresso IPA
Extensões do narcisismo
Elisardo César Merea
Tradição e mudança na teoria psicanalítica
Stephen Seligman
Encontros transformadores
Sun Ju Chung
Contos do triângulo
Tomas Plaenkers
A Revista Brasileira de Psicanálise teve seu primeiro número publicado em 1928, graças ao pioneirismo de Durval Marcondes, que escreveu a Freud dando conta desta edição, tendo recebido uma estimulante carta-resposta do fundador da psicanálise. Circunstâncias do momento, porém, impediram a continuidade da publicação da Revista. A RBP deve sua existência a dois fatores fundamentais: a colaboração escrita e a colaboração dos seus assinantes e associados.